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Nova coabitação e filhos

Nova coabitação e filhos: novo

Se tivermos um novo parceiro, poderemos trazer livremente as crianças que tivemos do casamento anterior para morar com ele?

Nova coabitação e filhos

Às vezes, ao regulamentar os métodos de custódia da criança, acontece que os cônjuges submetem ao Juiz a vontade de restringir o direito de acesso do outro progenitor em sua presença exclusiva, isto é, não permitir que o novo parceiro com quem o pai ou a mãe tenha entrado em um relacionamento romântico após o rompimento do relacionamento conjugal também esteja envolvido durante as visitas aos filhos.

Como funciona o direito de acesso

Além disso, freqüentemente, a razão para essa atitude de hostilidade surge de um alto grau de conflito existente entre os cônjuges e a incapacidade de aceitar a presença, na vida de seus filhos, de outros adultos que ocupam um papel importante no cotidiano da ex-esposa. Na realidade, independentemente de qualquer consideração a respeito da oportunidade de gradualmente fazer as crianças comparecerem ao novo parceiro - então tudo o que resta é apelar para o bom senso do pai que empreendeu um novo relacionamento romântico - de um ponto de vista legal, não há proibição a este respeito.

Em particular, o direito da esposa de impede o outro para atender a prole somente na ausência do novo parceiro, exceto, é claro, que isso não prejudica o bem-estar psicofísico da criança por razões que devem ser devidamente demonstradas. Além disso, o Tribunal de Cassação, já em janeiro de 2009, com a sentença n. 283, havia estabelecido a impossibilidade de proibir que durante as reuniões planejadas para o pai ou a mãe não-responsável o novo acompanhante também estivesse presente, se isso não prejudicasse a serenidade do menor.

E em consonância com este princípio, o Tribunal de Milão, por despacho de 03/03/2013, reiterou que "na ausência de um preconceito para o menor e tomando as devidas precauções, o pai tem o direito de envolver seu filho em seu novo relacionamento". sentimental (...). A melhor leitura psicológica sobre este ponto acredita que a inserção gradual de novos companheiros na vida dos filhos de pais separados, corresponde ao seu bem-estar, onde mãe e pai cuidam e cuidam para que as evidências compreendam que as novas figuras não substituem as parentais ".

De acordo com o Tribunal de Milão, o proibição de freqüentar o novo parceiro pode resultar numa violação do direito de visita e da pernoita do menor na casa do progenitor não colocado, precisamente porque o novo parceiro não pode ser considerado como um convidado simples. No caso em questão, de fato, depois de ter verificado, na sequência do relatório dos Serviços Sociais competentes, a ausência de constatações críticas no relatório do novo parceiro do pai com o filho mais novo, a Autoridade Judiciária ordenou que a criança pudesse passar a noite na casa paterna e assim estabelecer um vínculo com o sócio da mesma.

O que devo fazer se a veiculação principal for movida para a casa do novo parceiro? Embora caia dentro liberdade de cônjuge separado Para estabelecer a residência onde ela é considerada melhor, se a transferência se refere a uma criança menor, é mais apropriado do que nunca que esta situação seja avaliada com o máximo cuidado e sensibilidade, especialmente quando a nova coabitação também inclui a presença do novo parceiro.

Em casos semelhantes, esta é uma escolha que, de fato, pode levar ao total desenraizamento da criança contexto vivido vivido até aquele momento e seus hábitos, é bom que a transferência do cônjuge separado que leva o filho com ele não ocorra arbitrariamente e com a decisão de um pai solteiro. Este último, de fato, deve ter o cuidado de obter o consentimento prévio do outro, ou, em caso de desacordo, deve obter a autorização do juiz tutelar que será solicitado a avaliar se esta iniciativa poderia afetar negativamente o equilíbrio da criança, levando em consideração uma série de circunstâncias concretas, incluindo, por exemplo, a relação da criança com o pai que não terá que passar por mudanças significativas.

De qualquer forma, além do prejuízo real sofrido por menores e a necessidade de salvaguardar a sua serenidade eventualmente comprometida pela presença de uma nova figura na sua vida, o problema mais frequente, no caso das relações entre pais separados e novos companheiros, é poder desenvolver uma relação harmoniosa, não interferir significativamente nas funções educativas dos pais, favorecendo o estabelecimento de relações equilibradas que levem em conta essa distinção de papéis.

Avv Francesca Maria Croci

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