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David Bowie: adeus ao Duque Branco, um ícone de transformações e escândalos

Um dos maiores músicos de todos os tempos, o Duque Branco, deixou 69 anos de câncer, David Bowie nos deixou, é por isso que nós o amamos

David Bowie, adeus ao duque branco

Nós esperamos que seja tudo uma piada, uma publicidade, um gênio do flash para nos projetarmos em um novo universo musical, um daqueles que nunca poderíamos imaginar se ele não estivesse lá, David Bowie, para levá-lo de galáxias distantes para nós. Nós vimos isso renascer muitas vezes, como uma fênix, encarnada em personagens incríveis, de Ziggy ao duque branco e agora não podemos acreditar que está aqui, que isso é mesmo um adeus.

Um pode morrer como David Bowie? Alguém que foi capaz de se reinventar, renascer, ressurgir entre escândalos e encontrar vários? É assim, vamos pelo menos dizer adeus da melhor maneira, lembrando momentos de culto em que seu gênio artístico mudou nosso mundo.

O escândalo (andrógino) de Ziggy Stardust

Mesmo aqueles que mal sabem quem ele é David Bowie ele se lembra de seu alter ego mais famoso, o alienígena que em um terno escandaloso nos aderentes e lantejoulas fez um escândalo nos anos 70. Cabelo laranja, relâmpago no rosto ou círculo planetário na testa e uma ambiguidade sexual sem preconceitos, não é de estranhar que no seu desembarque na terra Ziggy Stardust fez faíscas. Homem ou mulher? Hetero ou gay? Terra ou alien? Ziggy escapou de qualquer definição aceitável e politicamente correto para a época e por trás do improvável traje de vinil preto que ele nos olhava espantado como se os alienígenas fossem realmente nós. E quem sabe se ele estava certo.

A época do labirinto (e perucas)

Uma peruca loira exuberante, semelhante ao cabelo de Ivana Spagna (e muitos outros na verdade) no magníficos anos 80, olhos alongados e maquiagem felina: este é David Bowie como Jareth, o rei dos goblinspronto para nos enfeitiçar! É com esse truque que o Duque Branco conseguiu conquistar até mesmo a geração dos anos 80, transportando-os para um mundo de fantasia em que nunca esperávamos encontrá-lo e onde Bowie nos aguardava no final do labirinto.

Velvet Goldmine, uma biografia não autorizada?

Aqueles que não tinham sido seduzidos pelo Bowie de cabelos compridos dos anos 80 se viram lidando com sua figura misteriosa em 1998 com o lançamento de Veludo mina de ouro, Filme doc britânico pelo diretor Todd Haynes que, olhe para isso, contou a história de um ícone musical misterioso, Brian Slade, camaleão-like e misterioso: adivinhe como quem? Tudo na figura de Brian Slade refere-se a Bowie, desde o caminho musical (incluindo os alienígenas) até a identidade sexual ambígua. Bowie não gostoutalvez porque o filme tenha revelado demais, ou talvez porque seus alter egos preferissem inventá-los sozinhos.

Ícone no Museu Victoria & Albert

Mas para consagrar o mito de BowieSe alguma vez houve necessidade, foi sem dúvida a exposição monográfica organizada em colaboração com a cantora Victoria & Albert Musem. O que foi isso?

Tudo, desde memorabilia que deixa os fãs loucos por fotos, de roupas a músicas, que também são distribuídos por um elaborado caminho temático que explorou todos os aspectos da carreira e da vida de Bowie. Uma espécie de templo erigido ao gênio da música brit, algo nunca visto antes e que francamente poucos podem dizer, hoje merecem.

Vídeo:


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